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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Cartola - Peito vazio / O sol nascerá

Nada consigo fazer
Quando a saudade aperta
Foge-me a inspiração
Sinto a alma deserta
Um vazio se faz em meu peito
E de fato eu sinto
Em meu peito um vazio
Me faltando as tuas carícias
As noites são longas
E eu sinto mais frio.
Procuro afogar no álcool
A tua lembrança
Mas noto que é ridícula
A minha vingança
Vou seguir os conselhos
De amigos
E garanto que não beberei
Nunca mais
E com o tempo
Essa imensa saudade que sinto
Se esvai



terça-feira, 13 de julho de 2010

Tributo ao George Harrison - While My Guitar Gently Weeps

video histórico Joe Cocker - A Little Help From My Friends - Woodstock 1969

Cry Baby - Please Mr Jailer o melhor de todos

Cry Baby - Please Mr Jailer

Cry Baby - Please Mr Jailer

Cry Baby - High School Hellcats

Cry Baby - Doin Time For Being Young

Cry Baby - Tear Drops Are Falling

Cry Baby - musical rock com johnny deep

JERRY LEE LEWIS - PINK CADILLAC

Elvis Presley Jailhouse Rock 1957 colour

Elvis Presley - All Shook Up

Elvis Presley - Love Me Tender

em dia mundial do rock lá vai.....te amo robertaaaa!!!!!!!!!!!!!!!

ELVIS PRESLEY - Love Me Tender - Me Ame Com Ternura

Me ame com ternura,
Me ame com doçura,
Nunca me deixe partir.
Você tornou minha vida completa,
E eu te amo tanto.

Me ame com ternura,
Me ame de verdade.
Todos os meus sonhos realizados,
Porque, meu amor, eu amo você,
E eu sempre amarei.

Me ame com ternura,
Me ame por muito tempo.
Leve-me ao seu coração,
Pois é lá que eu pertenço.
E nós nunca nos separaremos.

Me ame com ternura,
Me ame, de verdade
todos os meus sonhos realizados
porque meu amor eu amo vc
e eu sempre amarei

Me ame com ternura,
Me ame querida ,
Diga-me que você é minha.
Eu serei seu durante todos os anos,
Até o final dos tempos.

Me ame com ternura,
Me ame de verdade,
Todos os meus sonhos realizados.
Porque meu amor eu amo você,
E eu sempre amarei.

ELVIS PRESLEY - Love Me Tender - Me Ame Com Ternura

Me ame com ternura,
Me ame com doçura,
Nunca me deixe partir.
Você tornou minha vida completa,
E eu te amo tanto.

Me ame com ternura,
Me ame de verdade.
Todos os meus sonhos realizados,
Porque, meu amor, eu amo você,
E eu sempre amarei.

Me ame com ternura,
Me ame por muito tempo.
Leve-me ao seu coração,
Pois é lá que eu pertenço.
E nós nunca nos separaremos.

Me ame com ternura,
Me ame, de verdade
todos os meus sonhos realizados
porque meu amor eu amo vc
e eu sempre amarei

Me ame com ternura,
Me ame querida ,
Diga-me que você é minha.
Eu serei seu durante todos os anos,
Até o final dos tempos.

Me ame com ternura,
Me ame de verdade,
Todos os meus sonhos realizados.
Porque meu amor eu amo você,
E eu sempre amarei.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Vinicius De Moraes e Toquinho - Para Viver Um Grande Amor

Ai, quem me dera vinicius

Ai quem me dera, terminasse a espera
E retornasse o canto simples e sem fim...
E ouvindo o canto se chorasse tanto
Que do mundo o pranto se estancasse enfim

Ai quem me dera percorrer estrelas
Ter nascido anjo e ver brotar a flor
Ai quem me dera uma manhã feliz
Ai quem me dera uma estação de amor

Ah! Se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais

Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afins
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim

Ai quem me dera ouvir o nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E finda a espera ouvir na primavera
Alguem chamar por mim...

Vinicius de Moraes & Toquinho - O Poeta Aprendiz

Se todos fossem iguais a você - Tom e Vinicius

Acende uma lua no céu - VInicius de Moraes

Acende uma lua no céu
E muitas estrelas no olhar
E deixa-te linda e sem véu
Envolta num brando dossel de luar

Semeia de flores teu chão
E abre a janela aos perfumes do ar
E esquece tua porta entreaberta
Porque na hora certa
Verás teu poeta surgir
E entrar e abraçar-te chorando
E amar-te até quando
Tiver que partir

Toquinho, Vinícios & Miucha -Tarde Em Itapuã

A volta da mulher morena

Meus amigos, meus irmãos, cegai os olhos da mulher morena
Que os olhos da mulher morena estão me envolvendo
E estão me despertando de noite.
Meus amigos, meus irmãos, cortai os lábios da mulher morena
Eles são maduros e úmidos e inquietos
E sabem tirar a volúpia de todos os frios.
Meus amigos, meus irmãos, e vós que amais a poesia da minha alma
Cortai os peitos da mulher morena
Que os peitos da mulher morena sufocam o meu sono
E trazem cores tristes para os meus olhos.
Jovem camponesa que me namoras quando eu passo nas tardes
Traze-me para o contato casto de tuas vestes
Salva-me dos braços da mulher morena
Eles são lassos, ficam estendidos imóveis ao longo de mim
São como raízes recendendo resina fresca
São como dois silêncios que me paralisam.
Aventureira do Rio da Vida, compra o meu corpo da mulher morena
Livra-me do seu ventre como a campina matinal
Livra-me do seu dorso como a água escorrendo fria.
Branca avozinha dos caminhos, reza para ir embora a mulher morena
Reza para murcharem as pernas da mulher morena
Reza para a velhice roer dentro da mulher morena
Que a mulher morena está encurvando os meus ombros
E está trazendo tosse má para o meu peito.
Meus amigos, meus irmãos, e vós todos que guardais ainda meus últimos cantos
Dai morte cruel à mulher morena!

A você, com amor

O amor é o murmúrio da terra
quando as estrelas se apagam
e os ventos da aurora vagam
no nascimento do dia...
O ridente abandono,
a rútila alegria
dos lábios, da fonte
e da onda que arremete
do mar...

O amor é a memória
que o tempo não mata,
a canção bem-amada
feliz e absurda...

E a música inaudível...

O silêncio que treme
e parece ocupar
o coração que freme
quando a melodia
do canto de um pássaro
parece ficar...

O amor é Deus em plenitude
a infinita medida
das dádivas que vêm
com o sol e com a chuva
seja na montanha
seja na planura
a chuva que corre
e o tesouro armazenado
no fim do arco-íris.

Toquinho & Vinícios de Morais - A Tonga Da Mironga Do Kabulete

A tonga da mironga do kabulete

De Moraes and Toquinho - A tonga da mironga do kabuletè

A tonga da mironga do kabuletê

Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô

Você que ouve e não fala
Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala
Você vai ter que aprender
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê

Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô

Você que lê e não sabe
Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe
Você vai ter que viver
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê

Você que fuma e não traga
E que não paga pra ver
Vou lhe rogar uma praga
Eu vou é mandar você
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê

Tom Vinícius Toquinho e Miúcha 13 - Água de Beber

Chega de Saudade Tom Jobim e Vinícius de Moraes

A PORTA - VINICIUS DE MORAES

Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.

Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.

Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.

Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!

Canto de Ossanha - Vinícius de Moraes

30 ANOS SEM VINICIUS!!!

Foi no dia de hoje, 09 de julho,que a humanidade perdeu um dos seres humanos mais lindos que já surgiu na face da terra.
Vinicius era o oposto, a contra-mão de muito que foi vitorioso no Capitalismo. Individualismo, Egoísmo eram adjetivos que não podiam ser designados ao nosso grande poeta Vinicius de Moraes.
Por isso a lembrança de Vinicius precisa servir de guia para todos nós. Pois enquanto vivemos em um mundo de preconceitos lá estava o nosso poetinha dizendo: "eu Vinicius de Moraes o branco mais preto do Brasil, da linha direta de Xangô! Saravá!"
Enquanto o mundo nos diz para buscarmos o dinheiro acima de tudo, lá estava Vininha que dizia q o bom da vida é viver. E que descobriu os prazeres de se viver.
Enquanto o mundo nos diz para pensarmos somente em nós, lá estava no nosso poeta vivendo atrás do grande amor de sua vida.
Por isso lembremo-nos de Vinicius de Moraes que há 30 anos nos deixou de corpo. Mas deixou o exemplo da essencia do ser humano.
A Benção a Vinicius de Moraes!!
Saravá

quinta-feira, 8 de julho de 2010

whisky é o cachorro engarrafado

Tom Jobim+Vinicius de Moraes+Toquinho+Miúcha

O Haver - Vinicius de Moraes (participação de Edu Lobo)

Filhos da Madrugada - Vinícius de Moraes

vinicius de moraes bebado falando de sua primeira mulher

Chico Buarque - Medo de amar (Vinícius de Moraes)


A Berlim

Vós os vereis surgir da aurora mansa
Firmes na marcha e uníssonos no brado
Os heróicos demônios da vingança
Que vos perseguem desde Stalingrado.

As mãos queimadas do fuzil candente
As vestes podres de granizo e lama
Vós os vereis surgir subitamente
Aos heróicos prosélitos do Drama.

De início mancha tateante e informe
Crescendo às sombras da manhã exangue
Logo o vereis se erguer, o Russo enorme
Sob um sol rubro como um punho em sangue.

E ao seu avanço há de ruir a Porta
De Brandemburgo, e hão de calar os cães
E então hás de escutar, Cidade Morta
O silêncio das vozes alemãs.



Rio de Janeiro, 03.02.1945
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A bíblia

A Bíblia já dizia
Pra quem sabe entender
Que há tempo de alegria
Que há tempo de sofrer
Que o tempo só não conta
Pra quem não tem paixão
E que depois do encontro
Sempre tem separação
Que o dia que é da caça
Não é do caçador
E que na alternativa
Viva e viva
E viva o amor

A gente vem da guerra
Pra merecer a paz
Depois faz outra guerra
Porque não pode mais
E deixa andar e deixa andar
Até a guerra terminar
Vamos curtir, vamos cantar
Até a guerra se acabar

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A casa

Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque a casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero
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A criação na poesia

(Ideal)
(fragmento)

O poeta parte no eterno renovamento.
Mas seu destino é fugir sempre ao homem que ele traz em si.


O poeta:
Eu sonho a poesia dos gestos fisionômicos de um anjo!
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Rio de Janeiro, 1935
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A dor a mais

Foi só muito amor
Muito amor demais
Foi tanta a paixão
Que o meu coração, amor
Nem soube mais
Inventei a dor
E como ela nos doeu

Ah, que solidão buscar perdão
No corpo teu
Tanto tempo faz
Tens um outro amor, eu sei
Mas nunca terás
A dor a mais
Como eu te dei
Porque a dor a mais
Só na paixão
Com que eu te amei
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A estrelinha polar

De repente o mar fosforesceu, o navio ficou silente
O firmamento lactesceu todo em poluções vibrantes de astros
E a Estrelinha Polar fez um pipi de prata no atlântico penico.



Oceano Atlântico, a bordo do Highland Patriot, a caminho da Inglaterra, 09.1938
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A felicidade

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor

A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar

A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor

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A formiga

As coisas devem ser bem grandes
Pra formiga pequenina
A rosa, um lindo palácio
E o espinho, uma espada fina

A gota d'água, um manso lago
O pingo de chuva, um mar
Onde um pauzinho boiando
É navio a navegar

O bico de pão, o corcovado
O grilo, um rinoceronte
Uns grãos de sal derramados,
Ovelhinhas pelo monte
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A hora íntima

Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: – Nunca fez mal...
Quem, bêbedo, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
Quem, oculta em véus escuros
Se crucificará nos muros?
Quem, macerada de desgosto
Sorrirá: – Rei morto, rei posto...
Quantas, debruçadas sobre o báratro
Sentirão as dores do parto?
Qual a que, branca de receio
Tocará o botão do seio?
Quem, louca, se jogará de bruços
A soluçar tantos soluços
Que há de despertar receios?
Quantos, os maxilares contraídos
O sangue a pulsar nas cicatrizes
Dirão: – Foi um doido amigo...
Quem, criança, olhando a terra
Ao ver movimentar-se um verme
Observará um ar de critério?
Quem, em circunstância oficial
Há de propor meu pedestal?
Quais os que, vindos da montanha
Terão circunspecção tamanha
Que eu hei de rir branco de cal?
Qual a que, o rosto sulcado de vento
Lançará um punhado de sal
Na minha cova de cimento?
Quem cantará canções de amigo
No dia do meu funeral?
Qual a que não estará presente
Por motivo circunstancial?
Quem cravará no seio duro
Uma lâmina enferrujada?
Quem, em seu verbo inconsútil
Há de orar: – Deus o tenha em sua guarda.
Qual o amigo que a sós consigo
Pensará: – Não há de ser nada...
Quem será a estranha figura
A um tronco de árvore encostada
Com um olhar frio e um ar de dúvida?
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?

Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?



Rio de Janeiro, 1950
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fonte:www.viniciusdemoraes.com.br

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mariposa Cantante

Iria postar aqui poesias e prosas de Vinicius de Moraes. Farei isso amanhã. Agora postarei mais uma homenagem para a mulher da minha vida. Roberta Moura.

Muitos se identificam com algum animal. Alguns com o cachorro, devido a sua lealdade. Outros, porém, peferem o gato graças a sua personalidade e independência.
Entretanto o animal ao qual eu mais tenho me identificado ultimamente é um inseto. Mas não estou falando de qualquer inseto. Falo de uma mariposa. Isso mesmo, uma mariposa! Ou bruxinha, se preferirem. Dessas que "ficam dando vorta em vorta da lampida pra se esquentá!" Só que a minha mariposa é diferente. Especial. É uma mariposa cantante!!
Ela já cantou ass musicas mais bonitas dos melhores da MPB. Chico Buarque, Elis Regina...
Já cantou a autêntica música de nosso povo. Adoniran Barbosa, Leci Brandão...
Mas a que eu mais gosto é uma que ela canta só para mim (e é para mim mesmo, não quero saber se é "para eu"). E é a música que eu quero ouvir todos os dias da minha vida.
É uma música que tem a percussão do seu coração batendo colado no meu peito.
Tem a harmonia do seu rosto, o mais lindo de todo o universo, em sono profundo.
E tem a melodia de sua respiração, forte, que sussurra ao meu ouvido, quando dorme, as notas mais lindas que já se ouviu em toda a história da humanidade!!
Essa é a música que eu quero ouvir todos os dias da minha vida!

08/07/2010
Mateus Fiorentini
00h58m

VIDA DO POETA P VINICIUS

Cronologia da Vida e da Obra

1913
Nasce, em meio a forte temporal, na madrugada de 19 de outubro , no antigo nº 114 (casa já demolida) da rua Lopes Quintas, na Gávea, ao lado da chácara de seu avô materno, Antônio Burlamaqui dos Santos Cruz. São seus pais d. Lydia Cruz de Moraes e Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, este, sobrinho do poeta, cronista e folclorista Mello Moraes Filho e neto do historiador Alexandre José de Mello Moraes.

1916
A família muda-se para a rua Voluntários da Pátria, nº 192, em Botafogo, passando a residir com o aos avós paternos, d. Maria da Conceição de Mello Moraes e Anthero Pereira da Silva Moraes.

1917
Nova mudança para a rua da Passagem, nº 100, ainda em Botafogo, onde nasce seu irmão Helius. Vinicius e sua irmã Lygia entram para a escola primária Afrânio Peixoto, à rua da Matriz.

1919
Transfere-se para a rua 19 de fevereiro, nº 127

1920
Mudança para a rua Real Grandeza, nº130. Primeiras namoradas na escola Afrânio Peixoto. È batizado na maçonaria, por disposição de seu avô materno, cerimônia que lhe causaria grande impressão.

1922
Última residência em Botafogo, na rua Voluntários da Pátria, nº 195. Impressão de deslumbramento com a exposição do Centenário da Independência do Brasil e de curiosidade com o levante do Forte de Copacabana, devido a uma bomba que explodiu perto de sua casa. Sua família transfere-se para a Ilha do Governador, na praia de Cocotá, nº 109-A, onde o poeta passa suas férias.

1923
Faz sua primeira comunhão na Matriz da rua Voluntários da Pátria.

1924
Inicia o Curso Secundário no Colégio Santo Inácio, na rua São Clemente.
Começa a cantar no coro do colégio, durante a missa de domingo. Liga-se de grande amizade a seus colegas Moacyr Veloso Cardoso de Oliveira e Renato Pompéia da Fonseca Guimarães, este, sobrinho de Raul Pompéia, com os quais escreve o "épico" escolar, em dez cantos, de inspiração camoniana: os acadêmicos.
A partir daí participa sempre das festividades escolares de encerramento do ano letivo, seja cantando, seja atuando nas peças infantis.

1927
Conhece e torna-se amigos dos irmãos Paulo e Haroldo Tapajoz, com os quais começa a compor. Com eles, e alguns colegas do Colégio Santo Inácio, forma um pequeno conjunto musical que atua em festinhas, em casa de famílias conhecidas.

1928
Compõe, com os irmãos Tapajoz, "Loura ou morena" e "Canção da noite", que têm grande sucesso popular.
Por essa época, namora invariavelmente todas as amigas de sua irmã Laetitia.

1929
Bacharela-se em Letras, no Santo Inácio. Sua família muda-se da Ilha do Governador para a casa contígua àquela onde nasceu, na rua Lopes Quintas, também já demolida.

1930
Entra para a faculdade de Direito da rua do Catete, sem vocação especial. Defende tese sobre a vinda de d. João VI para o Brasil para ingressar no "Centro Acadêmico de Estudos Jurídicos e Sociais" (CAJU), onde se liga de amizade a Otávio de Faria, San Thiago Dantas, Thiers Martins Moreira, Antônio Galloti, Gilson Amado, Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Chermont de Miranda, Almir de Andrade e Plínio Doyle.

1931
Entra para o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR).

1933
Forma-se em Direito e termina o Curso de Oficial de Reserva.
Estimulado por Otávio de Faria, publica seu primeiro livro, O caminho para a distância, na Schimidt Editora.

1935
Publica Forma e exegese, com o qual ganha o prêmio Felipe d’Oliveira.

1936
Publica, em separata, o poema "Ariana, a mulher".
Substitui Prudente de Morais Neto, como representante do Ministério da Educação junto à Censura Cinematográfica.
Conhece Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade, dos quais se torna amigo.

1938
Publica novos poemas e é agraciado com a primeira bolsa do Conselho Britânico para estudar língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford (Magdalen College), para onde parte em agosto do mesmo ano.
Funciona como assistente do programa brasileiro da BBC.
Conhece, em casa de Augusto Frederico Schimidt, o poeta e músico Jayme Ovalle, de quem se torna um dos maiores amigos.

1939
Casa-se por procuração com Beatriz Azevedo de Mello.
Regressa da Inglaterra em fins do mesmo ano, devido à eclosão da II Grande Guerra. Em Lisboa encontra seu amigo Oswald de Andrade com quem viaja para o Brasil.

1940
Nasce sua primeira filha, Susana.
Passa longa temporada em São Paulo, onde se liga de amizade com Mário de Andrade.

1941
Começa a fazer jornalismo em A Manhã, como crítico cinematográfico e a colaborar no Suplemento Literário ao lado de Rineiro Couto, Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Afonso Arinos de Melo Franco, sob a orientação de Múcio Leão e Cassiano Ricardo.

1942
Inicia seu debate sobre cinema silencioso e cinema sonoro, a favor do primeiro, com Ribeiro Couto, e em seguida com a maioria dos escritores brasileiros mais em voga, e do qual participam Orson Welles e madame Falconetti.
Nasce seu filho Pedro.
A convite do então prefeito Juscelino Kubitschek, chefia uma caravana de escritores brasileiros a Belo Horizonte, onde se liga de amizade com Otto Lara Rezende, Fernando Sabino, Hélio Pelegrino e Paulo Mendes Campos.
Inicia, com seus amigos Rubem Braga e Moacyr Werneck de Castro, a roda literária do Café Vermelhinho, à qual se misturam a maioria dos jovens arquitetos e artistas plásticos da época, como Oscar Niemeyer, Carlos Leão, Afonso Reidy, Jorge Moreira, José Reis, Alfredo Ceschiatti, Santa Rosa, Pancetti, Augusto Rodrigues, Djanira, Bruno Giorgi.
Freqüenta, nessa época, as domingueiras em casa de Aníbal Machado.
Conhece e se torna amigo da escritora Argentina Maria Rosa Oliver, através da qual conhece Gabriela Mistral.
Faz uma extensa viagem ao Nordeste do Brasil acompanhando o escritor americano Waldo Frank, a qual muda radicalmente sua visão política, tornando-se um antifacista convicto. Na estada em Recife, conhece o poeta João Cabral de Melo Neto, de quem se tornaria, depois, grande amigo.

1943
Publica suas Cinco elegias, em edição mandada fazer por Manuel Bandeira, Aníbal Machado e Otávio de Faria.
Ingressa, por concurso, na carreira diplomática.

1944
Dirige o Suplemento Literário de O Jornal, onde lança, entre outros, Oscar Niemeyer, Pedro Nava, Marcelo Garcia, francisco de Sá Pires, Carlos Leão e Lúcio Rangel, em colunas assinadas, e publica desenhos de artistas plásticos até então pouco conhecidos, como Carlos Scliar, Athos Bulcão, Alfredo Ceschiatti, Eros (Martim) Gonçalves, Arpad Czenes e Maria Helena Vieira da Silva.

1945
Colabora em vários jornais e revistas, como articulista e crítico de cinema.
Faz amizade com o poeta Pablo Neruda.
Sofre um grave desastre de avião na viagem inaugural do hidro Leonel de Marnier, perto da cidade de Rocha, no Uruguai. Em sua companhia estão Aníbal Machado e Moacir Werneck de Castro.
Faz crônicas diárias para o jornal Diretrizes.

1946
Parte para Los Angeles, como vice-cônsul, em seu primeiro posto diplomático. Ali permanece por cinco anos sem voltar ao Brasil.
Publica em edição de luxo, ilustrada por Carlos Leão, seu livro, Poemas, sonetos e baladas.

1947
Em Los angeles, estuda cinema com Orson Welles e Gregg Toland. Lança, com Alex Viany, a revista Film.

1949
João Cabral de Melo Neto tira, em sua prensa mensal, em Barcelona, uma edição de cinqüenta exemplares de seu poema "Pátria minha".

1950
Viagem ao México para visitar seu amigo Pablo Neruda, gravemente enfermo. Ali conhece o pintor David Siqueiros e reencontra seu grande amigo, o pintor Di Cavalcanti.
Morre seu pai.
Retorno ao brasil.

1951
Casa-se pela segunda vez com Lila Maria Esquerdo e Bôscoli.
Começa a colaborar no jornal Última Hora, a convite de Samuel Wainer, como cronista diário e posteriormente crítico de cinema.

1952
Visita, fotografa e filma, com seus primos, Humberto e José Francheschi, as cidades mineiras que compõe o roteiro do Aleijadinho, com vistas à realização de um filme sobre a vida do escultor que lhe for a encomendado pelo diretor Alberto Cavalcanti.
É nomeado delegado junto ao festival de Punta Del Leste, fazendo paralelamente sua cobertura para o Última Hora. Parte logo depois para a Europa, encarregado de estudar a organização dos festivais de cinema de Cannes, Berlim, Locarno e Veneza, no sentido da realização dos Festival de Cinema de São Paulo, dentro das comemorações do IV Centenário da cidade.
Em Paris, conhece seu tradutor francês, Jean Georges Rueff, com quem trabalha, em Estrasburgo, na tradução de suas Cinco elegias.

1953
Nasce sua filha Georgiana.
Colabora no tablóide semanário Flan, de Última Hora, sob direção de Joel Silveira.
Aparece a edição francesa das Cinq élégies, em edição de Pierre Seghers.
Liga-se de amizade com o poéta cubano Nicolás Guillén.
Compõe seu primeiro samba, música e letra, "Quando tú passas por mim".
Faz crônicas diárias para o jornal A Vanguarda, a convite de Joel Silveira.
Parte para Paris como segundo secretário de Embaixada.

1954
Sai a primeira edição de sua Antologia Poética. A revista Anhembi publica sua peça Orfeu da Conceição, premiada no concurso de teatro do IV Centenário do Estado de São Paulo.

1955
Compões em Paris uma série de canções de câmara com o maestro Cláudio Santoro. Começa a trabalhar para o produtor Sasha Gordine, no roteiro do filme Orfeu Negro. No fim do ano vem com ele ao Brasil, por uma curta estada, para conseguir financiamento para a produção da película, o que não consegue, regressando em fins de dezembro a Paris.

1956
Volta ao Brasil em gozo de licença-prêmio.
Nasce sua terceira filha, Luciana.
Colabora no quinzenário Para Todos a convite de seu amigo Jorge amado, em cujo primeiro número publica o poema "O operário em construção".
Paralelamente aos trabalhos da produção do filme Orfeu Negro, tem o ensejo de encenar sua peça Orfeu da Conceição, no Teatro Municipal, que aparece também em edição comemorativa de luxo, ilustrada por Carlos Scliar.
Convida Antônio Carlos Jobim para fazer a música do espetáculo, iniciando com ele a parceria que, logo depois, com a inclusão do cantor e violonista João Gilberto, daria início ao movimento de renovação da música popular brasileira que se convencionou chamar de bossa nova.
Retorna ao poste, em Paris, no fim do ano.

1957
É transferido da Embaixada em Paris para a Delegação do Brasil junto à UNESCO. No fim do ano é removido para Montevidéu, regressando, em trânsito, ao Brasil.
Publica a primeira edição de seu Livro de Sonetos, em edição de Livros de Portugal.

1958
Sofre um grave acidente de automóvel. Casa-se com Maria Lúcia Proença. Parte para Montevidéu. Sai o LP Canção do Amor Demais, de músicas suas com Antônio Carlos Jobim, cantadas por Elizete Cardoso. No disco ouve-se, pela primeira vez, a batida da bossa novas, no violão de João Gilberto, que acompanha acantora em algumas faixas, entre as quais o samba "Chega de Saudade", considerado o marco inicial do movimento.

1959
Sai o Lp Por Toda Minha Vida, de canções suas com Jobim, pela cantora Lenita Bruno.
O filme Orfeu negro ganha a Palme d’Or do Festival de Cannes e o Oscar, de Hollywood, como melhor filme estrangeiro do ano.
Aparece o seu livro Novos poemas II.
Casa-se sua filha Susana.

1960
Retorna à Secretria do Estado das Relações Exteriores.
Em novembro, nasce seu neto, Paulo.
Sai a segunda edição de sua Antologia Poética, pela Editora de Autor; a edição popular da peça Orfeu da Conceição, pela livraria São José e Recette de Femme et autres poèmes, tradução de Jean-Georges Rueff, em edição Seghers, na coleção Autour du Monde.

1961
Começa a compor com Carlos Lira e Pixinguinha.
Aparece Orfeu Negro, em tradução italiana de P.A. Jannini, pela Nuova Academia Editrice, de Milão.

1962
Começa a compor com Baden Powell, dando inicio à série de afro-sambas, entre os quais, "Berimbau" e "Canto de Ossanha".
Compõe, com música de Carlos Lyra, as canções de sua comédia-musicada Pobre menina rica.
Em agosto, faz seu primeiroshow, de larga repercussão, comAntônio Carlos Jobim e João Gilbert,na boate AuBom Gourmet, que daria início aos chamados pocket-shows, e onde foram lançados pela primeira vez grandes sucessos internacionais como "Garota de Ipanema" e o "Samba da bênção"
Show com Carlos Lyra,na mesma boate, paraapresentar Pobre menina rica e onde é lançada a cantora Nara Leão.
Compõe com Ari Barroso as últimas canções do grande compositor popular, entre as quais "Rancho das namoradas".
Aparece a primeira edição de Para viver um grande amor, pela Editora do Autor, livro de crônicas e poemas.
Grava, como cantor, seu disco com a atriz e cantora Odete Lara.

1963
Começa a compor com Edu Lobo.
Casa-se com Nelita Abreu Rocha e parte em posto para Paris, na delegação do Brasil junto a UNESCO.

1964
Regressa de Paris e colabora com crônicas semanais para a revista Fatos e Fotos, assinando paralelamente crônicas sobre música popular para o Diário Carioca.
Começa a compor com Francis Hime.
Faz show de grande sucesso com o compositor e cantor Dorival Caymmi, na boate Zum-Zum, onde lança o Quarteto em Cy. Do show é feito um LP.

1965
Sai Cordélia e o peregrino, em edição do Serviço de Documentação do Ministério da Educação e Cultura.
Ganha o primeiro e o segundo lugares do I Festival de Música Popular de São Paulo, da TV Record, em canções de parceria com Edu Lobo e Baden Powell.
Parte para Paris e St.Maxime para escrevero roteiro do filme Arrastão, indispondo-se, subseqüentemente, com seu diretor, e retirando suas músicas do filme. De Paris voa para Los Angeles a fim de encontrar-se com seu parceiro Antônio Carlos Jobim.
Muda-se de Copacabana para o Jardim Botânico, à rua Diamantina, nº20.
Começa a trabalhar com o diretor Leon Hirszman, do Cinema Novo, no roteiro do filme Garota de Ipanema.
Volta ao show com Caymmi, na boate Zum-Zum.

1966
São feitos documentários sobre o poeta pelas televisões americana, alemã, italiana e francesa, sendo que os dois últimos realizados pelos diretores Gianni Amico e Pierre Kast.
Aparece seu livro de crônicas Para uma menina com uma flor pela Editora do Autor.
Seu "Samba da bênção", de parceria com Baden Powell, é incluída, em versão de compositor e ator Pierre Barouh, no filme Un homme… une femme, vencedor do Festival de Cannes do mesmo ano.
Participa do jurí do mesmo festival.

1967
Aparecem, pela Editora Sabiá, a 6ª edição de sua Antologia poética e a 2ª do seu Livro de sonetos (aumentada).
É posto à disposição do governo deMinas Gerais no sentido de estudar a realização anual de um Festival de Arte em Ouro Preto, cidade à qual faz freqüentes viagens.
Faz parte do jurí do Festival de Música Jovem, na Bahia.
Estréia do filme Garota de Ipanema.

1968
Falece sua mãe no dia 25 de fevereiro.
Aparece a primeira edição de sua Obra poética, pela Companhia José Aguilar Editora.
Poemas traduzidos para o italiano por Ungaretti.

1969
É exonerado do Itamaraty.
Casa-se com Cristina Gurjão.

1970
Casa-se com a atriz baiana Gesse Gessy.
Nasce Maria, sua quarta filha.
Início da parceria com Toquinho.

1971
Muda-se para a Bahia.
Viagem para Itália.

1972
Retorna à Itália com Toquinho onde gravam o LP Per vivere un grande amore.

1973
Publica "A Pablo Neruda".

1974
Trabalha no roteiro, não concretizado, do filme Polichinelo.

1975
Excursiona pela Europa. Grava, com Toquinho, dois discos na Itália.

1976
Escreve as letras de "Deus lhe pague", em parceria com Edu Lobo.
Casa-se com Marta Rodrihues Santamaria.

1977
Grava um LP em Paris, com Toquinho.
Show com Tom, Toquinho e Miúcha, no Canecão.

1978
Excursiona pela Europa com Toquinho.
Casa-se com Gilda de Queirós Mattoso, que conhecera em Paris.

1979
Leitura de poemas no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, a convite do líder sindical Luís Inácio da Silva.
Voltando de viagem à Europa, sofre um derrame cerebral no avião. Perdem-se, na ocasião, os originais de Roteiro lírico e sentimental da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

1980
É operado a 17 de abril, para a instalação de um dreno cerebral.
Morre, na manhão de 9 de julho, de edema pulmonar, em sua casa, na Gávea, em companhia de Toquinho e de sua última mulher.
Extraviam-se os originais de seu livro O dever e o haver.


fonte: www.viniciusdemoraes.com.br

terça-feira, 6 de julho de 2010

Roberta: todos os caminhos me encaminham p/ vc

eu nao existo sem você e soneto do amor total por nana caymmi e Vinicius de Moraes

Eu Não Existo Sem Você (Maria Bethania)

Eu nao existo sem vc. por Maria Bethania
Roberta te amo

Oswaldo Montenegro- Eu não existo sem você.

Hoje todos os poemas e musicas serão dedicados a Roberta Moura
Eu não existo sem você - de Vinicius de Moraes, por Osvaldo Montenegro

30 ANOS SEM VINICIUS DE MORAES - Para Roberta Moura

Na Próxima sexta-feira (09/07) completarão 30 da morte de Vinicius de Moraes. Aquele que, segundo um bom pensador, não viveu: gastou!! O branco mais preto do Brasil, poeta e diplomata. Casou-se 9 vezes na busca inesgotável do amor eterno.
Pois, é necessária uma homenagem a este grande ser humano, a esse grande brasileiro. Por isso, de hoje (06/07) até sexta (09/07) publicarei aqui videos, poemas, textos, crônicas deste grande artista e sobre ele.
Assim, para começar vou dedicar o primeiro poema de Vinicius nesta homenagem, para a mulher mais linda de todo o universo, o amor da minha vida, que entenderá o porquê da ironia deste acontecimento, já que, como dizia o poeta todo grande amor só é bem grande se for triste. Então, ao amor da minha vida, Roberta Moura, a minha Mariposa. O primeiro poema desta homenagem

Soneto do amor total

Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.



Rio de Janeiro, 1951

UJS BOMBOU NO ATO COM DILMA EM POA - PARABENS GALERA


A JUVENTUDE JÁ DECIDIU É TARSO AQUI E DILMA NO BRASIL!!!!!!!!!!!!!!

BLOG DA DILMA: ‘Dilma Brasileira’: Ouça o jingle da candidata do ...

BLOG DA DILMA: ‘Dilma Brasileira’: Ouça o jingle da candidata do ...: "Jingle Dilma Brasileira - Presidenta 13 - PT by mandatocoletivo"

DEM do Serra contra PROUNI

DEM DO SERRA QUER ACABAR COM O PROUNI: VEJA COMO!

Domingo Espetacular Estupro na Record

RECORD FAZ MATÉRIA SOBRE O CASO EM QUE FILHO DOS SIROTSKY ESTUPRA ADOLESCENTE EM SC

domingo, 4 de julho de 2010

Arquivo - Baden Powell - Trama / Radiola

Nara Leão - Arquivo - Trama/Radiola 15/12/08

Tom Jobim - Arquivo - Trama/Radiola 08/12/08

Arquivo - Elis Regina - Trama/Radiola

Ney Matogrosso - Arquivo - Trama/Radiola - 17/11/08

Mutantes - Arquivo - Trama/Radiola

Tom Zé - Arquivo - Trama / Radiola

Hermeto Pascoal - Arquivo - Trama/Radiola

Cartola - Arquivo - Trama/Radiola

Jamelão - Arquivo - Trama/Radiola 27/04/09

Adoniran Barbosa - Arquivo - Trama/Radiola

Arquivo - Vinicius e Toquinho - Trama / Radiola

Chico Buarque - Arquivo - Trama/Radiola

Paulinho da Viola - Arquivo - Trama/Radiola 20/10/08

Originais do Samba - Arquivo - Trama/Radiola 20/04/09

TA AI...P/ QUEM NAO CONHECE O GRANDE ANTONIO CARLOS - O MUSSUM

Raul Seixas - Última Entrevista - 1989 - Parte 01

Raul Seixas - Última Entrevista - 1989 - Parte 02

sexta-feira, 2 de julho de 2010



*Filho de Sérgio Sirotsky estupra menina de 14 anos*
Caros leitores,

Estamos nos dirigindo a vocês, por ser nosso único meio de comunicação
ainda livre de controle da informação falada e escrita, especialmente
para o nosso caso de Florianópolis onde o domínio é total
pela RBS que
controla tudo.

Somos um grupo de mães do tradicional Colégio Catarinense de
Florianópolis. É de conhecimento geral de que se trata de um colégio no
qual estudam os filhos das famílias mais tradicionais, influentes e
ricas de nossa Cidade, ou seja, a chamada “elite” Florianopolitana.
Neste momento em que escrevemos isso estamos profundamente
envergonhadas, pois este colégio está se tornando uma escola formadora
de alunos pedantes, arrogantes, sem escrúpulos, sem noção do que é certo
ou errado, pois esta escola está travestida de uma impunidade para os
atos de seus alunos de pais influentes.

- Já não bastassem que há anos existam drogas circulando pelas
dependências da escola, trazidas e servidas pois filhos de pais influentes;

- Já não bastassem que há anos acontece de tudo nas dependências da
escola, como cheirar, fumar todos os tipos de fumo, transar, bater e
intimidar os mais fracos;

- Já não bastassem as gangues famosas do Catarinense ameaçando os
próprios alunos que não fazem parte, ou andando pela cidade ameaçando
alunos de outras escolas, ou nas baladas cantando de galos, ou lutando
entre si até sangrarem como já apareceu na TV;

Como se isso não bastasse, sem que nós pais pouco ou nada pudéssemos
fazer junto a Direção do Colégio para que tomassem uma atitude com essa
permissividade absurda que estava crescendo nas dependências da escola,
principalmente em relação a esses filhos dessa elite maldita de nossa
Cidade, agora temos um estupro de uma de nossas adolescentes. Isso
mesmo, uma aluna do Colégio Catarin
ense foi brutalmente estuprada por
três colegas, igualmente com 14 anos cada e colegas do mesmo colégio.

Tomamos essa medida de contar esta história que aconteceu há poucos dias
(hoje é 28/06/2010), mas que está sendo abafada pela imprensa, porque um
dos alunos estupradores é o filho de 14 anos do Sr. Sérgio Sirotsky, um
dos Diretores da RBS TV e o outro é o Bruno, filho de um Delegado de
Polícia da Cidade. O outro aluno ainda não conseguimos levantar. Quanto
ao nome da adolescente, não divulgaremos a pedido da família que está em
choque. O que podemos divulgar é que a garota fez o exame de corpo de
delito e o processo esta correndo em sigilo (o sigilo não foi pedido
pelos pais da garota e sim pelo Delegado e pelo Sr. Sérgio Sirotsky pra
preservar os delinqüentes e estupradores de seus filhos).

O caso ocorreu porque a menina terminou o namoro com o filho do
Delegado, aí os amigos resolveram se vingar da garota. Encontraram com
ela no Shopping Beira Mar, colocaram alguma droga na sua bebida (parece
que foi a droga Boa Noite Cinderela) e a levaram para o apartamento da
Mãe do filho do Sé
rgio Sirotsky que fica bem próximo ao Shopping Beira
Mar. No quarto do garoto, os três estupraram a garota de todas as
maneiras possíveis, até introduziram um controle remoto na vagina.
Quando estavam estrangulando a garota, a mãe (ex mulher do Sérgio
Sirotsky) entrou no quarto. Disseram que em princípio, e acreditamos que
sim, pois deve ter sido uma cena grotesca e inimaginável para qualquer
pai ou mãe, teve um ataque e bateu muito nos garotos e principalmente no
filho. Porém passado o choque inicial, ela deve ter pensado nas
conseqüências terríveis do ato de seu filho e resolveu protegê-lo. A
garota ainda estava desacordada, então ela vestiu a menina, enrolou um
cachecol em volta de seu pescoço para esconder as marcas e ligou para a
mãe da menina dizendo: “Venham buscar sua filha, pois sabe como são
esses adolescentes, fizeram uma festinha aqui em casa na minha ausência,
andaram bebendo e se passando, ela está meio bêbada e caindo pelas
tabelas.” Os pais foram buscá-la e
a levaram para casa desacordada,
porém aos poucos ela foi acordando e começou um choro desesperado e a
falar coisas desconexas beirando ao histerismo. A mãe apavorada com o
comportamento da filha, tentando acalma-la e ao tirar o cachecol viu as
marcas no pescoço da filha em choque sem saber o que pensar ou dizer
levaram imediatamente a filha ao médico e lá chegando o mundo foi caindo
para esta família. Depois do médico foram orientados a ir a Polícia e a
fazer o exame de corpo e delito.

Desnecessário dizer que os pais da garota receberam o telefonema do todo
poderoso da RBS para que resolvessem esse “problema” e forma discreta,
pois a final era o futuro de “seus” filhos que estava em jogo.

Pergunta: Qual futuro está em jogo???? Da garota estuprada ou dos
garotos estupradores? ????

Resposta: A garota irá sofrer muito com certeza e juntamente com toda a
sua família, mas irá superar porque o mal não está com ela. Agora, esses
garotos estupradores e quase assassinos, porque se a mãe não tivesse
chegado a tempo eles teriam matado a menina, esses não têm mais jeito,
esses estão marcados pro resto da vida têm que ser punidos, pois se não
forem continuarão a fazer isso com outras meninas respaldados por essa
impunidade garantida pelos seus pais poderosos.

Divulguem isso por favor, nos ajude a impedir que mais essa aberração
desses garotos passe impune. Que aliás não é a primeira vez que esses
garotos aprontam, são uns delinquentes, prodígios de bandidos.

Assinado: *Mães indignadas do Colégio Catarinense*