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sábado, 28 de novembro de 2009

http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/

28/11/2009 - 09:28

O testemunho de SL, citado por Benjamin

Por Cecilia

Do Terra Magazine

Tendler: “Só um débil mental não viu que era piada do Lula”

Bob Fernandes

César Benjamin, 55 anos, é ex-preso político e um dos fundadores do PT. Na sexta-feira, 27, Benjamin escreveu um artigo na Folha de S. Paulo e acusou o hoje presidente Lula de ter revelado, em 1994, uma tentativa de estupro dele, Lula, contra um “menino do MEP”. Tentativa que teria acontecido em 1980, quando o então líder sindical Lula esteve preso por 30 dias, e na mesma prisão, com o jovem da organização de esquerda que já não existe, o MEP. César Benjamin cita, em seu texto, uma testemunha, “um publicitário brasileiro que trabalhava conosco cujo nome também esqueci”.

O “publicitário” é o cineasta Silvio Tendler, que em 1994 trabalhou na campanha de Lula à presidência da República. De início, afirma Tendler:

- Ele diz não se lembrar de quem era o “publicitário”, mas sabe muito bem que sou eu. Eu estava lá e vou contar essa história…

Sobre os fatos e a acusação, gravíssima, o cineasta, o documentarista Silvio Tendler conta o que viu e o que recorda daquele almoço em meio à campanha presidencial de 1994:

- Era óbvio para todos que ouvimos a história, às gargalhadas, que aquilo era uma das muitas brincadeiras do Lula, nada mais que isso, uma brincadeira. Todos os dias o Lula sacaneava alguém, contava piadas, inventava histórias. A vítima naquele dia era um marqueteiro americano. O Lula inventou aquela história, uma brincadeira, para chocar o cara…só um débil mental, um cara rancoroso e ressentido como o Benjamin, guardaria dessa forma dramática e embalada em rancor, durante 15 anos, uma piada, uma evidente brincadeira…

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=23229

Polícia Federal estoura mensalão dos demos. O que dirá o Heráclito? O Agripino? O Rodrigo? O Kassab?

27/novembro/2009 18:35

Até tu, governador José Roberto Arruda?

Até tu, governador José Roberto Arruda?

Por sugesão do amigo navegante William, veja o que saiu no Correioweb:

PF investiga suposta distribuição de recursos ilegais à base aliada do GDF

A Polícia Federal investiga a suposta distribuiç

ão de recursos ilegais à base aliada do Governo do Distrito Federal. As investigações tiveram o apoio do secretário de Relações Institucionais do GDF e ex-delegado da Policia Civil, Durval Barbosa, que aceitou colaborar em troca de uma punição mais branda em outro caso de corrupção, revelado pela Operação Megabyte, ainda na gestão de Joaquim Roriz. Barbosa está envolvido, ainda, em outros escândalos, como o suposto desvio de recursos públicos do Instituto Candango de Solidariedade (ICS).

Segundo despacho do Superior Tribunal de Justiça (STJ),

o ex-secretário aceitou que fossem instalados em suas roupas equipamentos de escuta ambiental. Em função disso, foi aberta a ele a participação no programa de proteção de testemunhas da Polícia Federal.

De acordo com o STJ, uma quantia de R$ 400 mil teria sido entregue pelo governador José Roberto Arruda para Barbosa, em 21 de outubro de 2008, a fim de que fosse repassada ao chefe da Casa Civil do GDF, José Geraldo Maciel. De lá, ainda de acordo com o despacho, o dinheiro “seria dissipado em diversos pagamentos menores a pessoas ainda não identificadas”. Outros R$ 200 mil teriam o mesmo destino.

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Paulo Henrique Amorim é jornalista desde quando os bichos falavam. Trabalhou na Manchete, Abril, Jornal do Brasil, Globo, Bandeirantes, Cultura, está na Record; foi do Zaz, Terra, UOL, iG e hoje é responsável por este portal independente, localizado em algum ponto da WEB 2.0. Escreveu o livro "Plim-Plim - A Peleja de Brizola contra a Fraude Eleitoral". Formado em Sociologia e Política, não se utilizou nem de uma nem de outra “ciência” para ganhar a vida. Carioca, pai de uma filha, tem um neto maravilhoso, o Francisco, é Fluminense e torce pelo Salgueiro. As idéias que ele expõe aqui são de sua EXCLUSIVA responsabilidade ! (E espera que o Francisco venha a se orgulhar delas...)

http://www.ujs.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=473:queda-do-muro-toda-a-crise-e-tambem-uma-oportunidade&catid=49:colunistas



Queda do Muro: toda a crise é também uma oportunidade PDF Imprimir E-mail
Qui, 26/11/09 13h30
O início do século XXI é marcado pela inauguração de um próspero período de mudanças Completaram-se 20 anos da queda do muro de Berlim. Diante disso o que é possível ver na mídia internacional é uma suposta onda de comemorações que tomou conta da Alemanha e de todo o mundo. Segundo os grandes veículos de comunicação internacional é uma celebração da paz e da liberdade. Uma importante vitória contra a “ditadura comunista”.

Em 09 de novembro de 1989, caía o muro de Berlim. Esta seria uma marca da derrota do projeto socialista implementado no século XX. Isso possibilitou uma ofensiva do capitalismo internacional transformando a geopolítica, que se pautava pela bipolaridade, em unipolar sob hegemonia dos EUA. Ainda mais, essa ofensiva se deu também no campo das idéias onde se desconstruiu toda e qualquer alternativa coletiva para superar os problemas da Humanidade. Assim a saída para os problemas do mundo se daria pela ação individual de cada um, com erro de português proposital, e não mais pelas organizações coletivas. Ao mesmo tempo inaugurou-se, no campo das idéias, uma ofensiva contra a participação política. Dessa forma o progresso da sociedade não se daria mais pela luta pelo poder, mas, sim, pelas lutas específicas/pontuais, uma vez que não haveria mais alternativa ao capitalismo e a luta de classes não existiria mais. Entretanto, o pensamento pós-moderno serviu, na prática, para escamotear a afirmação do capitalismo novamente como projeto hegemônico no mundo.

Ao mesmo tempo essa ofensiva fortaleceu o avanço do projeto neoliberal. Assim, os anos 90 foram marcados pela destruição dos Estados nacionais e das máquinas estatais. Foi nesse período que ganhou força aquela visão contrária a tudo o que é público, do Estado como um elefante velho, portanto lento e pesado. Assim, em completa contradição com o mundo moderno, dinâmico que se tentava vender. Nesse sentido era preciso se livrar desse entulho e a onda de privatizações varreu boa parte dos países, em especial os ditos subdesenvolvidos. Ainda, esse processo expôs os países pobres, especialmente da América Latina e da África, a condição de extrema dependência e submissão diante das grandes potências. Isso acabou por destruir a economia, a identidade cultural e o orgulho nacional desses povos e nações. No Brasil a idéia vendida pela elite era que tudo aquilo que era nacional automaticamente era ruim. Portanto, construiu-se a idéia de um Brasil que podia ter sido e não foi, a eterna nação do futuro que nunca chegava.

Entretanto essas idéias estão ruindo. O início do século XXI é marcado pela inauguração de um próspero período de mudanças. Dessa forma os governos progressistas eleitos em toda América Latina provocaram uma onda mudancista em todo o continente. Aliado a isso veio a grande crise do sistema Capitalista mundial, em especial de seu modelo neoliberal. Esses dois processos colocaram em xeque a capacidade do Capitalismo em atender as demandas da Humanidade. Assim reacendeu o debate em torno da participação do Estado na economia e trouxe a cena do debate novamente a perspectiva socialista. Ainda, a história parece perseguir a todos. Os fatos históricos como a comemoração dos 50 anos da Revolução Cubana, dos 60 da Chinesa, dos 80 anos da crise de 29 entre outras datas históricas fortalecem essas idéias de um mundo mais justo, mais humano e colocam o socialismo como referencia para isso. Portanto não é de graça a intensa comemoração promovida pela grande mídia nacional e internacional dos 20 anos da queda do Muro de Berlim. Esta é, senão uma tentativa de desconstruir o imaginário socialista. Assim, tentam apresentar como estão felizes ou como progrediram as pessoas e países que não vivem mais com o Socialismo. O que eles escondem é a verdadeira opinião pública que contrapõe as idéias vendidas por essa mídia, conforme dados da recente pesquisa divulgada pela BBC e publicados nos portal Vermelho: “Só 11% dos entrevistados em 27 países considera que a economia capitalista funciona corretamente e 51% acha necessária mais regulação e reformas para a corrigir. (...) Uma maioria dos inquiridos em 17 dos 27 países defende uma maior regulação do mundo financeiro, sendo os brasileiros os mais favoráveis (87%), à frente dos chilenos (84%), franceses (76%), espanhóis (73%) e chineses (71%). (...) Dos entrevistados brasileiros (835 pessoas nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo). A sondagem revelou que 64% defendem mais controle do governo sobre as principais indústrias do país e 87% defenderam que o governo tenha um maior papel regulando os negócios locais, enquanto 89% defenderam que o Estado seja mais ativo promovendo a distribuição de riquezas.”

Por fim, a queda do Muro de Berlim é o símbolo de um período marcado pela crise do modelo socialista. Entretanto deve ser visto, também, como o período que possibilitou um profundo processo de reflexão acerca dos erros e acertos da experiência socialista. Foi esse período que provocou o questionamento de modelos e dogmas para analisar de maneira crítica os ensinamentos deixados por esses que foram os primeiros passos do Socialismo. É como dizem os chineses toda crise de ser vista também como uma oportunidade.

Mateus Fiorentini "Xuxa" é presidente da UJS-RS

http://www.vermelho.org.br/rs/noticia.php?id_noticia=120120&id_secao=113


UJS vitoriosa na eleição do DCE UFPel

A chapa 2, "Quem vem com tudo não cansa" venceu a eleição para o DCE da UFPel (Universidade Federal de Pelotas) ocorrida nos dias 18 e 19 de novembro. A chapa vencedora, integrada pela UJS, JPT e JSB derrotou a atual situação, ligada ao PSol (chapa 1).

Após uma acirrada campanha, marcada por polêmicos debates e uma intensa mobilização da militância de ambos os grupos, a chapa 2 obteve uma incontestável vitória nas urnas, com 1810 votos contra 822 da Chapa 1. Com 91 nomes inscritos e uma lista de mais de 150 apoiadores, a coligação "Quem vem com tudo não cansa", conseguiu abranger os mais diversos cursos e setores da Universidade, um dos fatores decisivos para a vitória.

Destacou-se o papel da UJS que, no processo, priorizou política de articulação de apoios de importantes diretórios acadêmicos, o que se refletiu em votações expressivas, principalmente nos cursos de Enfermagem, Geografia, Economia, Administração e Engenharia Industrial Madeireira.

Entre as principais propostas para a nova gestão do DCE estão a que pretende aproximar a entidade dos estudantes através do projeto DCE itinerante, no qual os coordenadores ouvirão as reivindicações dos alunos em sala de aula, bem como as necessidades pontuais de cada curso e também confeccionando a carteirinha do DCE; e a realização já no início do próximo semestre do Congresso Estudantil dos alunos da UFPel, para juntamente com a comunidade acadêmica tirar as pautas de atuação a serem colocadas em prática durante a gestão e com o intuito de reformular o novo estatuto do DCE, já que o atual encontra-se completamente ultrapassado tendo sido elaborado ainda durante o período em que a ditadura militar oprimia o movimento estudantil no país.

“Para a UJS esta vitória representa uma significativa conquista política, pois coincide com um momento em que o ensino superior no Brasil está em franco processo de expansão e a UFPel está inserida dentro desse contexto, contabilizando atualmente cerca de 12 mil alunos e tendo a abertura de vários novos cursos”, ressalta Marcelo Dutra presidente municipal da União da Juventude Socialista em Pelotas.


Já para a acadêmica de Enfermagem Karen Jeanne Cantarelli, também integrante da UJS e coordenadora geral do DCE/UFPel, “esta vitória representa um tremendo avanço para o movimento estudantil dentro de nossa Universidade, queremos construir a partir de agora um gestão que de fato esteja voltada aos interesses dos estudantes, com pluralidade e representatividade, trazendo para dentro do DCE o debate de idéias que contribuam para solucionar as reais necessidades dos alunos e seus respectivos cursos”.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=21576

Aécio chama jornalista da Globo de “caluniador vergonhoso”

3/novembro/2009 20:37

É tudo muito engraçado: ou ele processa o Aécio, ou o Aécio processa ele

É tudo muito engraçado: ou ele processa o Aécio, ou o Aécio processa ele

O Conversa Afiada reproduz trecho da colona (*) de Ricardo Noblat no Globo:

Aécio chama de ‘aleivosia’ o que dizem dele na internet

Recebi há pouco da assessoria do governador Aécio Neves (PSDB), de Minas Gerais, transcrição de entrevista coletiva concedida por ele hoje. Além de perguntas sobre sua possível candidatura à sucessão de Lula e um eventual apoio do PTB, houve esta:
Qual é a fala do senhor sobre tudo que está na internet?
- Isso é uma aleivosia tão grande. Eu me sinto, claro, pessoalmente ofendido por isso, mas prefiro até nem comentar para não validar algo tão distante da minha prática cotidiana. Sempre fiz política e vou continuar fazendo no patamar muito superior a esse. E o que eu posso dizer é que é uma calúnia vergonhosa.
Decifrando a pergunta: foi publicado em blogs e no twitter que Aécio, durante uma festa no Hotel Fasano, no Rio de Janeiro, na semana retrasada, empurrara e dera um tapa em Letícia, sua namorada.
Ele desmentiu a informação. Letícia também.

E reproduz também o que saiu no blog Bahia Notícias:

AÉCIO NEVES DESMENTE AGRESSÃO A NAMORADA
O governador mineiro Aécio Neves fez uma entrevista coletiva nesta terça e, em meio a perguntas sobre diversos temas, comentou as acusações feitas pela internet de que teria agredido sua namorada, Letícia, em um hotel de São Paulo. “Isso é uma aleivosia tão grande. Eu me sinto, claro, pessoalmente ofendido por isso, mas prefiro até nem comentar para não validar algo tão distante da minha prática cotidiana. Sempre fiz política e vou continuar fazendo no patamar muito superior a esse. E o que eu posso dizer é que é uma calúnia vergonhosa”, esclareceu. A acusação original partiu do jornalista esportivo Juca Kfouri, mas o tucano imediatamente negou o fato, assim como sua namorada